Fiz esta noite uma viagem de compras á catedral do consumo “Centro Comercial Vasco da Gama” mas acho que fui a Copacabana sem atravessar o Atlântico.
Passo a explicar ( e isto foi real ):
-Chegada – Segurança “brazuca” a dizer que o piso -1 está cheio.
-Saída da escada rolante – “bruazuca” do Citibank a tentar impingir um cartão de crédito bem “legal”.
-Meio do corredor – 3 “brazucas” a convidar os transeuntes a experimentar creme para as mãos.
- Jantar no Pans – empregado “ brazuca” e com estilo completamente gay, ao qual tens de repetir o pedido 2 vezes e que no fim se engana na sandes que pedi.
-Mesa para comer – 4 “brazucas”, 2 de cada lado na mesa, e que ouvem o teu comentário acerca do empregado: “ porra já não bastava ser brazuca ainda por cima era maricas”.
-Corredor – uma “brazuca” pergunta onde é a papelaria, tu respondes e ela nem um ok te responde.
-Sais da Zara ( com a patroa claro ) – apita um saco no qual ficou esquecido um alarme. Lá vem o segurança “ brazuca” ver o que se passa.
Finalmente entro no carro e venho-me embora de “ Copacabana”.
Será impressão minha, ou o Alvares Cabral passados 500 anos só precisava de sair á rua em Lisboa para descobrir o Brasil?
MC
sábado, 1 de novembro de 2008
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2 comentários:
Se só "importássemos" "às mininas" ainda baubau que num baubau!
AS
olha !!! olha !!! ainda não sabias isso.... porque é que julgas que vão fazer a revisão ao acordo ortografico..... é para o pessoal "portuga" não ter problemas de comunicação no proprio país !!!
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